O Conglomerado Itaúsa busca desenvolver e promover o crescimento de forma ética e responsável, construindo relacionamentos de longo prazo junto a todos os seus públicos de relacionamento.

Tendo esses princípios como norteadores de sua atuação e se baseando nos respectivos códigos de conduta que regem as organizações e seus relacionamentos respeitando os direitos humanos, a Itaúsa não registrou nenhum caso de violação dos direitos dos povos indígenas. Também não foi registrado nas empresas industriais nenhum caso de discriminação durante o exercício de 2010.

No Itaú Unibanco foi relatado um caso de discriminação por idade contra um ex-colaborador, durante processo seletivo realizado por empresa terceirizada contratada pelo banco. O caso foi analisado, e o ombudsman recomendou a revisão do processo e a reorientação à empresa prestadora de serviço. Os resultados do plano de reparação implementado foram analisados por meio de processos rotineiros de análise de gestão interna onde o caso não está mais sujeito à ação sendo plenamente resolvido.
Também não foram registradas ocorrências sobre riscos significativos de ocorrência de trabalho infantil ou ainda situações de risco significativo de ocorrência de trabalho forçado ou análogo ao escravo nas empresas Conglomerado Itaúsa.

Também como diretriz fundamental dos seus negócios, o risco de corrupção está em constante vigilância pelos mecanismos de controle de cada empresa e possui citação clara nos respectivos códigos de conduta. Baseando-se nessa diretriz, as empresas não registraram nenhum caso de corrupção durante o ano de 2010 e nem sofreram ações judiciais por concorrência desleal, práticas de truste ou monopólio. Da mesma forma não houve multas significativas ou sanções não monetárias resultantes da não conformidade com leis e regulamentos.
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A holding adota procedimentos específicos de comunicação, expressos nos respectivos códigos de conduta de acordo com a natureza de cada negócio.

Assim, a Itaúsa registra que as empresas controladas não possuem nenhum caso de não conformidade, com regulamentos ou códigos voluntários relativos a comunicações de marketing, incluindo publicidade e patrocínio.

No segmento industrial, a Elekeiroz por tratar-se de uma empresa produtora de intermediários químicos para outras indústrias, não serve diretamente o consumidor final, portanto, não são aplicados em sua comunicação programas de adesão às leis, normas e códigos relacionados à comunicação de marketing, incluindo publicidade, promoção e patrocínio. Já a Itautec não mantém programas de adesão a códigos voluntários relacionados à promoção, propaganda e políticas de marketing. Na Duratex a forma de a companhia se dirigir a seus clientes e consumidores também é pautada por princípios estabelecidos em seu Código de Ética e Conduta, o que inclui o compromisso com a veracidade das informações divulgadas em sua publicidade.




Valorização

A holding valoriza assuntos importantes para todos os públicos de interesse e empresas, ao
seguir os respectivos códigos de conduta que regem cada segmento de negócio.


A política de comunicação do Itaú Unibanco segue, como padrão voluntário relacionado à comunicação e ao marketing, o Código de Ética Corporativo, o Nosso Jeito de Fazer (Cultura Corporativa), o Guia Corporativo de Segurança da Informação, a Gestão Corporativa de Crises e o Guia para Continuidade de Negócios. Adere aos Códigos de Autorregulação do Bacen, Susep, Conar, Febraban, Abecs, CDC, entre outros, que também regulam a comunicação e o marketing dos serviços financeiros.



Para obter mais informações sobre o tema e sobre as doações realizadas pelas empresas do Conglomerado Itaúsa acesse o site www.tse.gov.br/internet/eleicoes/
2010/prestacaoDeContas.html
Em 2010, as empresas do Conglomerado Itaúsa participaram do processo eleitoral brasileiro na condição de contribuinte voluntário de campanhas políticas.
Para assegurar uma conduta adequada nesse processo, foi criado o Comitê de Contribuição Política, composto por conselheiros e executivos das empresas, além de uma política específica para doações a campanhas eleitorais.

O trabalho envolveu a análise do histórico dos candidatos e suas plataformas políticas e selecionou os candidatos cujas propostas valorizavam o mercado competitivo, a meritocracia e o desenvolvimento social.

As contribuições financeiras e em espécie para partidos políticos, políticos ou instituições relacionadas por empresa representaram os seguintes valores:

• Duratex – R$ 463,6 mil para vinte e quatro candidatos que concorreram a cargos para deputado estadual e deputado federal, sendo oito
do estado de São Paulo, quatorze de Minas Gerais, um do Rio Grande do Sul e um do Paraná.
• Elekeiroz – R$ 45 mil distribuídos entre DEM/PT/PSDB.
• Itautec – R$ 250 mil para oito candidatos, sendo sete do estado de São Paulo e um de Minas Gerais.
• Itaú Unibanco – R$ 23,7 milhões, valor distribuído a candidatos de todas as regiões do país.

Todos os recursos são contabilizados, seguindo rigorosamente a legislação brasileira que regulamenta as doações para
campanhas eleitorais.

Dentro do processo de fusão e aquisição que eventualmente ocorram nas
empresas da Itaúsa, e como em qualquer operação, há a realização de due
diligence
com foco nas questões fiscais, legais, ambientais, trabalhistas, sociais
e financeiras. Este trabalho tem por objetivo identificar passivos ou riscos
futuros, quantificá-los e incluí-los na matriz de cálculo de valoração do negócio
para a definição do preço a ser pago. Finalmente, se o negócio for concretizado,
existe um processo de transição para os critérios e princípios adotados pelo
Conglomerado Itaúsa. Assim, em 2010 não ocorreu nas empresas do
Conglomerado Itaúsa nenhum contrato de investimento significativo que incluam
cláusulas referentes a direitos humanos ou que foram submetidos a avaliações.


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